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  • A Carinhosa | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos A Carinhosa, 2021 Arduino mega, 2 motores Nema 19, 15 peças com fabricação digital, tubos de alumínio e fonte 12v “A carinhosa” é uma escultura que parte da obsolescência programada pois é constituída de motores reciclados e uma adaptação de uma impressora estragada. Além de sua forma oval, ele tem anexado ao seu corpo um conjunto de eletrônicos e diversas peças impressas com uma impressora 3D. Com a aproximação do público, os braços da escultura levemente se deslocam horizontalmente, remetendo a ideia carinho, aqui traduzido como uma dança mecânica em movimento. * Esta obra é parte de uma série chamada “As Autômatas”, na qual cada escultura, virtual ou real, manifesta uma “performance emocional” diferente. Há uma linha formal comum a todas as esculturas, pois estão posicionadas na parede, são activadas pela presença humana e identificam-se como femininas, razão pela qual seus nomes são precedidos pelo artigo “a”. 1/1 1/1

  • Tagarelas | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos As tagarelas, 2014 Instalação sonora 5 Celulares obsoletos, 5 estetoscópios, 5 mp3's, 5 caixas de madeira reciclada, acrílico fosco, tinta acrílica preta. 140 x 280 x 40 cm Instalação composta por cinco caixas de acrílico dispostas sobre um balcão. Cada uma contém um celular obsoleto e um estetoscópio. Nos celulares (de 1992 à 1999) passam simulações de utilização [demo mode ]. Nos estetoscópios ouve-se narrativas em áudios sobre, perda, saudade, amor, sonho e empatia. 1/1 I – Texto: Dieter Axt Narração: Milton Burd - 39” II– Texto: Dieter Axt Narração: Felipe Gonçalves e Priscila Kisiolar- 1’39” III – Texto: Dieter Axt Narração: Luana Santana - 1’26” IV- Texto: Dieter Axt Narração: Joana Burd - 4’09” V - Texto: Joana Burd Narração: Laura Pujol - 1’45” Texto - I 00:00 00:00 Texto - II 00:00 00:00 Texto - III 00:00 00:00 Texto - IV 00:00 00:00 Texto - V 00:00 00:00

  • Vibration Eavesdropper | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Vibration Eavesdropper [2024- ongoing] [tradução a português em brave disponível] Among an ever-restless sea of air, our bodies experience a constant flow of vibrations, also known as sound waves. As previously published in Sound-vibration: Relations between bodies, low frequencies, and multisensory experiments, I consider sound-vibration as a mode of multimodal listening, and we find ourselves at the intersection of an interdisciplinary exploration and the immersive territories of sonic art. This singular mode not only challenges the traditional confines of auditory perception but also invites a deeper engagement with the physicality and resonance of sound, disrupting the boundaries between the self and the surroundings, where the world becomes porous. Within the Poetics of Vibration, we may encounter a vast field of unconventional practices that, in some ways, question the body, while in others, simply invade it without permission. As I understand it, the exploration of sound extends beyond mere auditory perception, encompassing both cochlear (physiological processes within the ear) and non-cochlear (emotions, cognition, and contextual influences) phenomena, which are considered structurally interchangeable in relation to theories of autonomous or independent effects. Sound's inherent connection to multiple senses positions it as a multi-field subject, widely examined by experts for its integrative impact on human experience. While academic and scientific research often aims to control, replicate, and manipulate sound, its influence on us can be profound, untamed, and deeply ingrained in the natural world. Thus, the forthcoming discussion, once again, seeks not to segregate sound into a solitary sensory experience but to embrace its integration into our daily lives. By doing so, it aims to illuminate sound's vast sensory interconnections and its unique potential to enrich our understanding of the energies around us. However, one might ponder the energies that reside beneath us, what transpires at the auditory level and, subsequently, at the vibrational level in locales that are neither alive nor frequented nor felt. In the realms where everything traverses, the water, whether sullied or pure, the gas that fuels heat and flame, and the light that powers our energy, In a profound leap towards an inner exploration of our thoughts and skin perceptions, we ponder: how do these locales resonate beneath our soles, or indeed, how does one's body perceive such vibrations? This investigation embarks on a commitment to exploring vibrational phenomena, aiming to delve, through gathered membranes in the unseen septic systems, over the concealed drainage networks. The intent is to attune one's body to listen to the parts entrenched in the underground, firmly planted in the subsoil of our cities. Our aspiration is to move beyond traditional acoustic methods, focusing instead on sound's ability to be felt as echo/physical vibration. This methodological approach broadens when it encapsulates the desire to morph the complex dance of sensory interactions into a palpable, haptic and auditory tale. In this perspective, we intend to share sound-vibration challenges and expand the boundaries of how sound is experienced, highlighting its role as both a medium for artistic expression and a channel for meaning-making in multimodal practices. "Vibration Eavesdropper" presents a markedly different experience than I never produced. Is an extend invitation to encounter a distinct kind of unseen vibrations, ones that could be felt in a clandestine manner, offering an uplifting and pleasurable way to engage with those waves. With the support of geophones and hidrophones acting as auditory lenses, we captured these hidden tremors what involves a negotiation between the mechanical nature of waves and the ethereal nature of digital signals. Through the process of measuring and documenting the rhythms of manufactured metropolises, we gradually discern the motion of particles as a potent indicator of underlying chaos seeking its organic equilibrium. Our aspiration is to move beyond traditional acoustic methods, focusing instead on sound's ability to be felt as echo/physical vibration. Sound Diaries is a project initiated in 2008 with the goal of documenting everyday life through sound, resisting the predominance of visual images by capturing a variety of sounds such as those of vending machines, luggage carousels, toasters, escalators, boilers, garden sheds, and wheeled luggage. Inspired by the idea of exhausting the subject and not being satisfied with a superficial glance, the project promotes attentive and prolonged listening to explore often ignored sounds. This project was supported and coordinated by the Sonic Art Research Unit (SARU) at Oxford Brookes University. https://www.sound-diaries.co.uk/

  • A Sonora | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos A Sonora, 2021 Raspberry pi, arduino, sensor ldr, sensor ultrasonico, sensor pir. Programação em reaper. "A Sonora" é uma escultura acústica. Ouvimos uma peça de 5 min criada em colaboração com Mariana Carvalho (BR) e Sellu Herraiz (ES) que revela uma base grave que transpassa a digestão do corpo humao. Por meio de três sensores diferentes, incorporamos palavras, ruídos, convites para uma interação física ou o mesmo motor com um microfone de contato que revela o ruído interno da máquina. * Esta obra é parte de uma série chamada “As Autômatas”, na qual cada escultura, virtual ou real, manifesta uma “performance emocional” diferente. Há uma linha formal comum a todas as esculturas, pois estão posicionadas na parede, são activadas pela presença humana e identificam-se como femininas, razão pela qual seus nomes são precedidos pelo artigo “a”. Colaboradores: Mariana Carvalho (BR), Nikolas Gomes (PT) e Sellu Herraiz (ES). 1/1

  • Massageador de Angústia | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Massageador de angústia, 2016 Objeto interativo 2 motores DC, 3 push-buttons, fonte 9V. 180 x 47 x 47 cm O interator /usuário é convidado a se acoplar ao objeto, podendo optar por diferentes sensações através dos botões: “Digerir” (vibrações intensas), “Amenizar” (vibrações leves) e “Esquecer” (vibrações médias). Além dos botões, a peça conta com um regulador de altura e um adesivo vinílico preto colocado no espaço onde devem ser posicionados os pés para fruição sensorial. 1/1

  • Anthozoa Digitalis | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Anthozoa Digitalis, 2020 Ilana Bonder & Joana Burd Instalação interativa com realidade aumentada. Instalação interativa com tecnologia de realidade aumentada convida o público a tocar com os olhos. Um ambiente vazio se torna visualmente táctil a partir de um organismo virtual que se apresenta conforme a aproximação do usuário. O toque é invocado através das cores, texturas, dos objetos e dos sons. Em uma realidade paralela, este organismo vivo virtualmente reage a cada usuário de forma diferente. Nestes tempos de distanciamento social, nossa comunicação digital é realizada através do 'órgão visual', bem como através do toque, ou seja, com os dedos, no fenômeno da tela sensível (touchscreen). Nesta experiência, o toque e o percurso são guiões para a descoberta de um novo mundo virtual, ou mesmo, de um interior a ser desvendado. 1/1 Imagens do Festival Aveiro Criatech. De 12-18 de Outubro de 2020 Museu de Aveiro/Santa Joana – Capela dos Claustros., Aveiro, Portugal Aveiro Criatech

  • As_automatas.web | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos As_automatas.web, 2021 Modelagem digital e programação web Colaboradores: Guilherme de Leon, Julia Garcia e Rodrigo Barbosa. Conjunto de esculturas virtuais que comunicam diferentes animações e textos sobre a relação do corpo-mulher-mecanismo e seu lugar na história da tecnologia. Através do toque com o dedo na tela touchscreen o público pode interagir com as esculturas criando diferentes correntes de informação, aproximando ou distanciando as formas.

  • Portfolio Joana Burd

    Sculpture, sound art, digital media and technology. Joana Burd - visual artist, researcher and teacher. Arte Sonora Instalações Residências Artisticas Vibração Las automatas Earth Pulse La Sonora Bone Whisper (2026) Vibration Eavesdropper (2024-) image Força i Pell, 2023 Força i Pell Força i Pell, 2023 Formigario Sonoro, 2023 Solitude Lullaby, 2022 Formigario Sonoro, 2023 Living Capsules, 2022 BioHybrid Buzz, 2022-23 Living Capsules, 2022 A Carinhosa, 2021 A Virtual, 2021 A Sonora, 2021 Earth Pulse, 2021 Colab Darya Efrat | João Dias-Oliveira. A Sonora, 2021 Earth Pulse 2021 Colab Darya Efrat | João Dias-Oliveira. Anthozoa Digitalis, 2020 Anthozoa Digitalis, 2020 Anthozoa Digitalis, 2020 Modo Silencioso, 2019 Convite Modo Silencioso, 2019 Modo Silencioso, 2019 Lugar de Tarifa, 2016-2019 Colab Cadu Peixoto Lugar de Tarifa, 2016-2019 Colab Cadu Peixoto Poder, 2015-2020 Show More

  • Teclas | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Teclas, 2015-2020 (Todos) Tecla de computador, folha datilografada, isopor e caixa de vidro. 25 x 25 cm 1/1

  • Outros objetos e experimentos | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Vírus, 2016 Mouse e agulhas 16 x 7 x 5 cm Carteira, 2016 Circuito interno de teclado, fita transparente e cédula de um real. 20 x 8 Teleprompter, 2017 Projetor e tela de vidro dual screen 240 x 140 cm Alberto Semeler e Joana Burd A fugitiva, 2016 Tecno-Instalação Televisão HD, Arduino, RaspberryPi e sensor ultrassônico. “A fugitiva” foi um experimento idealizado em conjunto com o artista e professor Alberto Semeler, em que o movimento do observador é o condutor do devir da imagem. Quanto mais próximo da tela o observador se coloca, mais a imagem foge reduzindo-se a apenas um pixel. Cadu Peixoto e Joana Burd Tomada de Consciência, 2016 Espelho de tomada, caixa de madeira, fio de tubo para conexão, régua de aço escovado. 43 x 38 cm To.ma.da 1 Ato ou efeito de tomar. 2 Conquista. 4 Eletr Dispositivo próprio para se captar eletricidade de uma rede. 5 Pequena represa de água para fim industrial. 6 Tip A porção de linhas que de cada vez se tomam na mão para distribuí-las na caixa, ou se tiram de um lado para outro para paginar etc. T. de contas: ato pelo qual a autoridade administrativa exige a prestação de contas do exator, coletor, tesoureiro ou do guarda de valores, ao término da respectiva gestão. * Esse trabalho fez parte da exposição "Vontade de Execução" em 2016 criada coletivamente com o artista Cadu Peixoto selecionada via Edital da Prefeitura de Porto Alegre, na ocupação da Galeria Iberê Camargo, Usina do Gasômetro, Brasil. Cadu Peixoto e Joana Burd Garoupa, 2016 Adesivo vinil fosco e folha de ouro. 140 x 300 cm Peixe mais abundante da costa brasileira, também conhecida como merelaço, piracuca ou galinha-do-mar. Atingem tamanhos enormes, até 3 metros e mais de 300 quilogramas de peso. Carne branca, saborosa possui cores brilhantes e habita oceanos tropicais vivendo próximas as pedras, pois é inteligente e se esconde de possíveis ameaças humanas. Predadora ativa é hermafrodita, no início da maturação sexual são fêmeas e, mais tarde, convertem-se em machos. Animal escolhido, da ampla fauna brasileira, para o verso da nota de 100,00 (cem) reais. * Esse trabalho fez parte da exposição "Vontade de Execução" em 2016 criada coletivamente com o artista Cadu Peixoto selecionada via Edital da Prefeitura de Porto Alegre, na ocupação da Galeria Iberê Camargo, Usina do Gasômetro, Brasil.

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