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  • Força i Pell | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Força e Pele, 2023 "Força i Pell" Esta peça surgiu de uma interação dinâmica entre corpos, vibrações e máquinas, enquanto duas artistas interactuam com uma escultura vibrátil, produzindo ressonâncias de baixa frequência amplificadas por dois subwoofers. Essa experiência imersiva convida a plateia a participar de uma fusão de sensações visuais e áudio-táteis, desafiando modos de escuta e os incentivando a sentir fisicamente as vibrações em sua pele à medida que os movimentos das performers se entrelaçam. Na apresentação, técnicas como escultura 3D e machine learning foram utilizadas para produzir vozes sintéticas e naturais. A escultura interativa se inspira na série "Las Automatas", com o seu protótipo inicial atuando como dispositivo de entrada. Dentro dessa interação, o objeto se transforma em um controlador de som baseado em toque, com a possibilidade de traduzir interações táteis a sua superfície, incluindo toques e gestos. À medida que os artistas se movem intuitivamente, a capacidade do dispositivo de transcodificar código em expressões auditivas se torna palpavelmente evidente, resultando em uma experiência sensorial e imersiva. Sobre as performers: Cata Aguayo é uma artista cênica, professora e pesquisadora especializada em trapézio e dança contemporânea. Ela se formou na ESACTO em Toulouse e na UNSAM em Buenos Aires, e é co-fundadora da companhia franco-uruguaia Olga CirqAnalogique. Ela dirige o Laboratório de Pesquisa Aérea na Cooperativa Bonita em Barcelona e trabalha com várias companhias francesas e espanholas como intérprete e coreógrafa. www.olgacirqanalogique.com Juana O. Kippes uma artista cênica e pesquisadora de movimento, especializada em acrobacias aéreas, contorção e dança. Ela é fundadora de sua própria companhia, JÅNIKA, um habitat interdisciplinar onde suas criações fundem artes visuais e cênicas. Ela também trabalha como intérprete para outros projetos e colabora com artistas de diversos campos. Atualmente, reside na França. www.janika.net Fotografias e videos por Gülçin Bekar

  • Sensivel Tecnologico | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Sensível Tecnológico, 2018-2020 Resina cristal, verniz vitral, mola de espremedor de laranja, parafusos e dois mini motores de vibração. 35 x 35 x 40 cm O público é deve pressionar sua mão contra o objeto mão. Tal ação comprime uma mola de metal e faz o objeto vibrar ao conectar seu circuito interno. A percepção da tatilidade vibratória do sistema criado varia de acordo com a pressão e com o tamanho da área de contato. Colaboradores: André Diestel e Carina Rocha de Macedo 1/1 O impulso de ˜Sensível Tecnológico˜ é gerar estranhamento por ser uma mão familiarmente “orgânica” transformada em máquina, translúcida e vibratória. No contrafluxo da obsolescência programada esta obra reutiliza componentes de dois telemóveis e de uma máquina de espremer laranjas. O material translúcido (resina cristal) admite que não há intenção de esconder os fios ou qualquer demonstração maquínica da escultura.

  • Atucanation | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Atucanation, 2016 Objeto interativo. Acrílico, arduino, botões de chave, componentes e fios de eletrônica. Arduino, Rasperry Pi e Processing.cc Código por Matheus Schiaffino 90 x 130 x 70 cm Objeto Interativo em que o observador comanda uma orquestra sonora de notificações. Enquanto maestro do caos, o público é convidado reviver a memória de chamadas e invocações de mensagens ocultas, que não estão presentes na programação. Atucanar (verbo transitivo direto) significa causa transtorno a (alguém ou a si próprio), aborrecer(-se), importunar(-se), incomodar(-se). 1/1

  • Serviços | joanaburd

    Serviços exclusivos Essa é a sua página de serviços. É uma ótima oportunidade para falar sobre os serviços que você oferece. Clique 2 vezes na caixa de texto para começar a editar o seu conteúdo e adicionar todos os dados que deseja compartilhar com os visitantes. Serviço Esse é um parágrafo. Clique em "Editar Texto" ou clique 2 vezes na caixa de texto para editar o conteúdo e adicionar as informações que deseja compartilhar com os seus visitantes. Serviço Esse é um parágrafo. Clique em "Editar Texto" ou clique 2 vezes na caixa de texto para editar o conteúdo e adicionar as informações que deseja compartilhar com os seus visitantes. As pessoas estão interessadas em saber mais sobre você, então não tenha medo de compartilhar histórias pessoais para criar um conteúdo amigável. Serviço Esse é um parágrafo. Clique em "Editar Texto" ou clique 2 vezes na caixa de texto para editar o conteúdo e adicionar as informações que deseja compartilhar com os seus visitantes. Serviço Sou um parágrafo. Clique em Editar Texto ou clique 2 vezes na caixa de texto para editá-la. Serviço Esse é um parágrafo. Clique em "Editar Texto" ou clique 2 vezes na caixa de texto para editar o conteúdo e adicionar as informações que deseja compartilhar com os seus visitantes. As pessoas estão interessadas em saber mais sobre você, então não tenha medo de compartilhar histórias pessoais para criar um conteúdo amigável. Serviço Sou um parágrafo. Clique em Editar Texto ou clique 2 vezes na caixa de texto para editá-la.

  • Nó na garganta | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Nó na garganta, 2019 Projeção mapeada sobre esculturas de arame, papel e gesso. Arduino com sensor de presença, 2 alto-falantes 4ohms 15w. Dimensões variáveis. "Nó na garganta" é um coletivo de esculturas que reagem visualmente e sonoramente a presença do público. Em uma representação à entidades virtuais e através de um sensor de presença as esculturas contabilizam a presença do público reagindo com expressões humanóides (olhares) e disparos sonoros. 1/1 Por que as assistentes virtuais têm uma female voice? A partir da segunda década do século XXI, as assistentes de voz mais conhecidas são virtualmente funcionais e possuem uma voz feminina. Cortana (Microsoft), Alexa (Amazon) e Siri (Apple) são algoritmos criados principalmente por equipes masculinas. Suas vozes submissas, sedutoras, úteis e disponíveis respondem ao nosso sinal sonoro e, assim, levantam-se questões em termos de gênero, como o lugar das mulheres em sua objetificação virtual como prestadora de serviços.

  • Interviews | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos INVERVIEWS 2019-2024 As part of the PhD research titled 'Poetics of vibration: deployments of technology in contact with the body as affective memory,' interviews were conducted with four artists to delve into their methodology, prototyping, and the role of technology in their creative process. These online interviews, each lasting 30 minutes, were funded by the Scholarship Personal Investigator Novell (FI) Cuerpos Conectados, ES. The artists interviewed include Stefanie Egedy, Eduardo Montelli, Felipa Pinto and Anaisa Franco. The full content of these interviews is set to be published on [joanaburd.com/interviews] after the PhD research presentation. The anticipated publication date is in early 2024, consistent with a prior agreement. Stefanie Egedy Interview with Joana Burd 18 of August 2023 https://youtu.be/KO3Qb8vFTDI Stefanie's Website: https://stefanieegedy.com/ Audio Transcription: Burd > How does your creative process work? Can you articulate any kind of methodology you use? Egedy > When we're talking specifically about my research, or more broadly my approach to sound, my understanding evolved the more I engaged with it. I realized that the quality of the sound was paramount in my experience. At a macro level, I prefer a sound generated at a high quality. It's not necessarily about right or wrong, but more about the clarity and pleasantness of the sound wave. The speaker system plays a crucial role in the creative process. In my perspective, a bad speaker can ruin good work. If we're not talking about my specific work with low frequencies, that's it. "Bodies and Subwoofers" serves as the title because it encapsulates everything - the name of the work, the methodology, and the research. The methodology usually involves three steps. The first step is understanding the dimensions of the room. Initially, my approach was focused on the minimum number of speaker capsules needed to achieve the sound massage level I deemed important. However, my perspective has shifted. Now, the first step is understanding the room itself. I've realized the sculptural aspect of the speaker and the experience it offers to the listeners is vital. So, it's about the speaker as a sculpture and harmonizing it with the room rather than just the sound it produces. Once that's established, the second step is to understand, in that room and with that speaker arrangement, which low sound frequencies have very few or almost no tonal characteristics and are therefore perceived by the body. These are what I term "transparent". While it's impossible to eliminate all other wave returns that create additional sonorities in the room, I choose the ones that are more pleasant or those that, in my view, don't cause discomfort due to the room's vibration. The final step, once there's clarity about the room's sound, is the compositional part. This involves selecting and arranging sounds for the piece. An essential aspect of my work is understanding the audience and the context. The contextual relationship is crucial. If I'm designing a piece for a club, it might be more rhythmic, referencing faster electronic dance music. But in a more relaxed setting, I have greater freedom. I like to explore rhythm, but I can also delve into other compositional forms that might demand more from the listener. It's not always immediate, like electronic dance music. Burd > Do you believe that the vibration or the effect of your work can be considered a mode of knowledge or self-awareness? Egedy> Yes, I absolutely believe so, 100%. The vibrations and the effects they generate are more than just sensory experiences. They tap into deeper levels of consciousness and allow individuals to connect with aspects of themselves that might remain dormant otherwise. Burd > When we work with vibration that is not just limited to our ears and our brain, per se, how do you view this? Do you think about it? Do you put an emotional intention behind it or is it more of an aesthetic approach when you arrange it? Egedy > Entirely, it's deeply intentional. In the early days, there was always a connection to the body, which drew me to frequencies because I felt them. But today, for me, it's undeniably an intense experience. The way I orchestrate it, many people have never felt it before. My goal is for the participant to have a transformative journey - a before, during, and after. Ideally, the "during and after" would be feelings of relaxation, reduced stress, tension, anxiety, and even physical pain alleviation. My art is increasingly becoming therapeutic, not just aesthetic. It's about creating a pleasant, inviting, and relaxing experience so people can be open and vulnerable. I see people striving to connect with my work. In my perspective, for my work to achieve its desired effect, it cannot be something aggravating. I could create a sound that's annoying, where no one would want to remain in the room, but that's not my aim. I want the opposite. While what might be soothing for one person could be disturbing to another, given the intense nature of the sound, I strive to make it as universally inviting as possible. Burd> Do you always listen to your pieces in the intended environment before setting them up? I understand there's a vast difference between experiencing a sound art piece, say with quality headphones at home, and working on a composition in a real space, much like you explained in your creative process. There's the dimension of the physical space, the equipment setup, and how it's all orchestrated. How does that work for you? Egedy> My work is undeniably site-specific. That's what I find magical about low frequencies. Certain elements simply won't work in some spaces, while others might. Every space is unique, just as every organism is. There isn't a one-size-fits-all approach. I have to be in that space, with the final arrangement, fully immersed. Of course, there are preparatory levels I can execute from my computer, but a simple repositioning of a speaker can entirely change the sonic experience. I must be there, I must mix for that specific room. It's 100% dependent on being present in the environment. While it's a wonderful thing, it also can be seen as a limitation. I can't remotely work on it. I also wouldn't trust anyone else to take my piece and adapt it to a space. I have a specific vision, and only I truly know how it should be executed. Burd> From what I've observed, does it make a difference to you whether the space is indoor or outdoor? How do you navigate this relationship? Egedy> It's a constant dialectical relationship with all elements. I view reality as a vast dialectical interplay of things. We live this at all levels, whether we want to or not. It's just another element, another iteration of that. If you've seen my recent video from the mountains, the one I shot at the castle, you'll understand. I created a piece in the mountains, and it was quite challenging. After working so much, like in urban industrial settings, testing these sounds against nature was a whole new game. So, being in the midst of greenery, I had to ask myself, "What makes sense here?" Yes, every facet of the work, from the lighting conditions, whether or not there'll be seating, how often it plays, and at what time - all these aspects are site-specific and consider the unique conditions and relationship of the location. But I believe that's how life should be. When you're conversing with someone, you have to understand the context, the hermeneutics of the situation. Everything is contextual. Burd> How does the relationship between silence and auditory stimulation function in your work? Egedy> In my work, I strategically incorporate moments of silence juxtaposed against distinct auditory signatures, which might be intense for some, especially if it's an unfamiliar sensation. But I also use a kind of sonic signature that might be overwhelming for some, simply because it might be something they've never experienced before. I actually enjoy that challenge, that push and pull. It's incredibly potent. So, I tell my audience, "Take that in!" [Laughs]. I view my work as a medium to confront avoidance. Maybe you don't want to acknowledge a knee problem, or perhaps you're ignoring a friend's plea for help. In a way, my work serves as a metaphor for the ignorance we all, at times, display in our lives. With my pieces, you're forced to feel. There's no escaping it. [Laughs] Many people have shared their emotional reactions with me. Typically, it ranges from relaxation to excitement. Some even mention a kind of sensual arousal, but mostly it's just an overwhelming rush of emotions.

  • CV Joana Burd

    joana burds cv, joanaburd, joana burd curriculum, curriculo Artista visual, docente e pesquisadora em estética háptica. Licenciada em Artes Visuais (UFRGS, BR, 2014) e Mestre em Poéticas Visuais (UFRGS, BR, 2018). Doutora em Estudos Avançados em Produções Artísticas pela Universitat de Barcelona (2025, menção cum laude). Atualmente é professora lecturer na IE University (Madri–Segóvia). Integra o grupo de pesquisa “Cuerpos Conectados III. Nuevos procesos de creación y difusión” (UB, ES). Realizou sete exposições individuais e, em 2022, apresentou seu trabalho em Londres (UCL), SBCAST (Santa Bárbara, CA, EUA), RIW Rio Innovation Week (Rio de Janeiro, BR) e Ateliê397 / Galeria Vermelho (São Paulo, BR). E-mail: joanabburd@gmail.com Meu trabalho desenvolve-se em arte, física e tecnologia através de esculturas interativas, vídeos e instalações sonoras, colaborando com artistas, intérpretes e engenheiros. Concentro minha prática em um hibridismo de colagens entre low-tech e plataformas open source. As experiências visam oferecer vivências táteis para o público interagir e envolver seu corpo com o fenômeno da vibração. Pesquiso como motores e alto falantes, podem questionar objetos de desejo e a perspectiva de gênero no campo digital. Também estou interessada no impacto afetivo da tecnologia e em como criar novas formas de diálogo por meio de dispositivos táteis e hápticos. Educação Universitat de Barcelona Facultat de Belles Arts Doctorado en Estudios Avanzados en Producciones Artísticas Orientadora: Laura Baigorri Ballarin 2019-2024 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Artes Mestrado em Poéticas Visuais - Desdobramentos da Imagem Orientador: Alberto Semeler 2016 - 2018 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Artes Graduação em Licenciatura em Artes Visuais 2010 – 2014 Universidade Federal do Rio de Janeiro Escola de Belas Artes Mobilidade Acadêmica Andifes 2013/01 Seleção de Exposições Coletivas 2026 - Listening, Care, and Entangled Worlds , duo show with Taryn Mead, Madrid Design Festival, March to April 2026, Madrid-Segovia, ES. 2026 - Nada começa onde parece, 12 de março a 26 de abril de 2026, Casa Musgo, Porto Alegre, BR. 2025- Irradiacions, dobles, escletxes i cel·les cristal·lines , presented by the IMARTE Research Group (focus on Body and Technology). Venue: MUA – Museo de la Universidad de Alicante, Alicante, ES. 2024 - Virada Sonica, curadoria por Chico Dub, Farol Santander, São Paulo, BR 2024 - SO UND DIARIES. Sonic Art Research Unit (SARU) at Oxford Brookes University, UK. 2023 - Acte d'inauguració del curs 2023-24. Universitat de Barcelona, 2 d'octubre de 2023. Barcelona, ES. 2023 - Ebre, Música & Patrimoni 2023: Acústica i noves tecnologies, Consorci del Museu de les Terres de l’Ebre, Departament de Cultura de la Generalitat de Catalunya, ES. 2023 - Poème symphonique para 100 metrónomos de Ligeti 06.10.2023 hasta 15.10.2023. Màster d’Art Sonor de la Universitat de Barcelona, bajo la coordinación de Martí Ruiz. Museu de la Musica, Barcelona, ES. 2023 - ELECTRIC DAISY. A multi-sensory performance that invites you to taste a natural infusion to make your mouth vibrate in sync with a captivating soundscape at the Old Fire Station Studio.15 de Junho, OffBeat Festival, Oxford, UK. 2023 - PERFORMANCE: Biohybrid Buzz: an activation through tasting frequencies. 10 de Junho, Iklectik, London , UK. 2023 - FACTO 10 é Bienal Sur, Festival Arte, Ciência e Tecnologia. Natureza em Metamorfose. Labart UFSM, MACT, Santa Maria, BR. 2023 - “COCOCOCU” Festival Kino Beat, Curadoria por Gabriel Cevallos & Adauany Zimovski, apoio British Council and Oi Futuro, MACRS, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, BR. 2022 - Innovation Art Journey, RIO Innovation Week – Inovação a Favor da Cultura, Rio Pop Tech, Cais do Porto da cidade do Rio de Janeiro, BR. 2022 - "Vivemos pra isso" | 'Chamada VoA 2022-2023 para Artistas Mulheres e Pessoas Não Binárias. Curadoria: Bruna Fernanda, Érica Burini, Khadyg Fares, Thais Rivitti. 24 de Setembro - 23 de Outubro, Galpão da Vermelho e Ateliê397, São Paulo, BR. 2022 - Plataforma 10 Desertos de Erros. Projeto do Artista Leo Caobelli, apoio do Rumos Itaú Cultural 2019-2020, Porto Alegre, BR. 2022 - ‘Solitude Lullaby’, para o sistema Slow Wave. Participação como artista convidada em "EoYS II SYMADES 2022 UCSB Media Arts and Technology Program End of Year Show". UC Santa Barbara, 27 de Maio, SBCAST - Center of Arte Science and Technology, USA. 2022 - Materia Difusa: Um olhar sobre a coleção MACRS, recorde língua viva. Curadoria Gabriela Motta. Exposição comemorativa aos 30 anos do Museu MACRS. 16 de Julho - 21 de Agosto Galeria Edmundo Rodrigues do Complexo Palacete Pedro Osório, em Bagé, BR. 2022 - Instalação "Tactame" Coletivo DelMig: Blanca Somoza, Helena Gali, Ignasi Àvila Padró, Joana Burd, Mario Salinero, Neus Martinez Farran e Sara Jansen. Abril - Julho, Verso, Gramado, Rio Grande do Sul. BR. 2021 - "Criatech, Aveiro Criatividade Digital & Tecnologia." Festival 11 — 16 Outubro 2021. Aveiro, PT 2021 - "Os Dias que as Corujas Caíram do Céu. " Curadoria Elaine Tedesco e Marina Polidoro. Plataforma Verter., Laboratório de Imagem e Tecnologia do Instituto de Artes, 1 de Novembro de 2021- 01 Março de 2022, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, BR. 2021 - "NEW(EGO) Cuerpos Conectados". Curadoria Laura Baigorri. ETOPIA Centro de Arte y Tecnología. 4 de Março - 13 de Junho, Zaragosa, ES. 2021 - "Mulheres e inserções digitais" Curadoria Lara Sosa, Junho-Julho, Lisboa, PT. 2020 - "Dystopie Festival" , Errant Sound. Alte Müze. 11-16 Outubro, Berlin. AL. 2020 - "Criatech, Criatividade digital & tecnologia". Exposição de 12 - 18 Outubro de 2020. Aveiro, PT. 2020 - "30 Semanas". Galeria do Linha, 9 de JaneiroPorto Alegre, BR. 2019 – “3o Prêmio de Arte Contemporânea 2019 da Aliance Française”. 19 de Março a 31 de Maio, Paço Municipal da Prefeitura de Porto Alegre, BR. 2019 – “Desalinhos.” Curadoria de Carina Dias, Fernanda Almeida e Lucas Vilela Souza. 14 de Dezembro, Casa Baka Arte e Cultura, Porto Alegre, BR. 2019 – “Festival Internacional de Arte Computacional Em Meio# 11.0” Outubro. FBAUL Faculdade de Belas Artes, Universidade de Lisboa, PT 2019 – Participação junto à individual do artista Leo Caobelli. obra Porn Oasis. 18 de Junho - 04 de AgostoFundação Ecarta, Porto Alegre, BR. 2019 – Exposição em evento. “Humanidade Aumentada”. 5 e 6 de Junho, Futuro Rio, Rio de Janeiro, BR. 2019 – “Registro Nº3”, Casa Baka, 20 de Maio - 26 de Julho, Porto Alegre, BR. 2018 – “5˚ Festival Kino Beat”. Mostra AVSD com curadoria de Elaine Tedesco. 1-15 de Dezembro, Vila Flores, Porto Alegre, BR. 2018 – “AVSD Audio Visual Sem Destino”. Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes da UFRGS, 13 de Novembro - 11 de Dezembro, Porto Alegre, BR. 2018 – Exposição "ImensaMente”. 5-30 Maio, Museu da UFRGS, Porto Alegre, BR. 2018 – “1a Edição do Projeto Concha”, idealizado por Alice Castiel Ruas, Agulha, 24 de Janeiro Porto Alegre, BR. 2017 – “Paragem”. Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes da UFRGS, 11-25 de Agosto, Porto Alegre, BR. 2017 – “Festival Internacional de Arte Computacional Em Meio# 9.0” Galeria da Universidade do Porto, 11-18 de Outubro, Porto, PT. 2017 – “Qual é a sua praia?” PPGAV-IA UFRGS. Proposição Prof. Dra. Tetê Barachini. Vila Flores, Porto Alegre, BR. 2016 - “Internacional de Arte Computacional Em Meio# 8.0” Internacional. Museu da Republica, Outubro, Brasilia, BR. 2016 – “Vontade de Execução”. Cadu Peixoto e Joana Burd. Galeria Iberê Camargo, Usina do Gasômetro, 26 de Fevereiro- 20 de Março, Porto Alegre, BR. 2016 – “Presente Rascunho.” Acervo Independente, Porto Alegre, BR 2015 – “FACTORS 2.0, Festival de Arte, Ciência e Tecnologia do RS”, MASM (Museu de Arte de Santa Maria), 2-26 de Setembro, Santa Maria BR. 2015 – “Sinestesia”, Acervo Independente, Porto Alegre, BR. 2015 – “O Feminismo é para todas as pessoas”, Acervo Independente, 18-31 de Março, Porto Alegre, BR. 2015 – "E F E R V E S C Ê N C I A 2 1 9," Acervo Independente, Porto Alegre, BR. 2015 – “Por onde se vai,” Câmara Municipal de Porto Alegre, 1-31 Julho, Porto Alegrem BR. 2014 – “20o Salão de Artes Plásticas Câmara Municipal de Porto Alegre”, 2 de de Setembro - 3 de Outubro, Porto Alegre, BR. 2014 – “Entre Atos”, Acervo Independente, 25 de Maio-4 de Julho, Porto Alegre, BR. 2013 – “IV Bienal da Escola de Belas Artes”, Centro Municipal Hélio Oiticica, 29 de Outubro - 23 de Novembro Rio de Janeiro, BR. 2013 – Evento, “MoMa Pop Rally: Abstract Currents”, New York, US. 2012 – Esculturas site-specific para Show Exposição Banda Dingo Bells, Ocidente, Porto Alegre, BR. Exposições Individuais 2021 "La piel fria. Autómatas do querer", Novembro 2021. Curadoria por Ana Urroz. Ateneu de Fabricació Les Corts, Barcelona, ES. 2021 "Les Autòmates: prototips sentimentals", Setembro 2021, Casa del Mig, Barcelona, ES. 2019 “Modo Silencioso”. Setembro 2019, Galeria do Linha, Porto Alegre, BR. 2018 “Corpo Vibratório”. Setembro de 2018. Casa Musgo, Porto Alegre, BR. 2017 “Teclas”. Curadoria por Fernanda Medeiros. Outubro de 2017. Centro Municipal de Cultura Ordovás, Caxias do Sul, BR. 2017 “SHIFT”. Galeria do Templo, Ri o de Janeiro, BR. 2016 “Máquinas Nutritivas”. Maio de 2016. Galeria Lunara, Usina do Gasômetro, Porto Alegre, BR Residências artísticas 2023 - Residencia Formigueiro, 8º Festival Kino Beat, Casa de Cultura Mario Quintana, Brasil. 2022 - SBCAST, Santa Barbara Center of Art, Science and Technology, USA. 2021 - Kovent Zero, Berga, Espanha. 2021 - Punt Multimèdia de Sants - Montjuïc, Casa del Mig. Barcelona, Espanha. 2020 - Aveiro Criatech Artist Residence. Aveiro, Portugal. 2019 - Residência artística, Linha. Porto Alegre, Brasil. 2013-2017 Acervo Independente. Porto Alegre, Brasil. Bolsas & Prêmios 2022 Vencedora do Digital Artists Grant da Moniker International Art Fair Foundation and Creative Debuts , Londres, UK. 2022 Santander Investigación | ESTADES 2022, ES. 2021 Vencedora do prêmio LA RODA II - arte e tecnologia para jovens criadores, organizado pela FAB Casa del Mig - Punt multimídia. Câmara Municipal de Barcelona, ES 2021 Konvent 100% Bolsa para agosto de 2021, Berga, ES. 2020 Bolsa de estudos Personal Investigador Novell (FI) Cuerpos Conectados , ES. 2020 Fundo de Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, PT. 2019 Indicação 3º Prêmio de Arte Contemporânea 2019 por Aliança Francesa, BR. 2015 Vencedores IX Prémios Açorianos de Artes Visuais. Destaque Institucional. Membro da equipe Acervo Independente , BR. 2013 Bolsa de estudos Santander ANDIFES - UFRJ Universidade Federal do Rio de Janeiro, BR. Conferências e falas 2024 - "Interdisciplinary Speculations for the Future of Biohybrid Robots" Rafael Mestre, Ned Barker, Sergey Astakhov, Aníbal M. Astobiza, Maria Guix, Joana Burd, Matt Ryan. fPET 2024, Center for Art and Media - ZKM ZKM Kalshude, DE. 2022 - Private viewing “Biohybrid Buzz 1.0”. 23.Nov Convidada por Matt Lewis e Joe Hirst RCA Royal College of Arts, London, UK. 2022 - "Reverting metal on flesh: derivations from the afterlife of technology." ReMAP Research in Media Arts and Play Knowledge Lab's Small Seminar Room. November 10th. UCL, University College of London, London, UK. 2022 - “The entity of automatons: technology, body, affection and intimacy”, Intellectual Life , UCL Knowledge Lab IOE UCL’s Faculty of Education & Society, University College London, London, UK. 2022 - "Cold Skin, machines that vibrate us", SAR 13th SAR International Conference on Artistic Research, Bauhaus University, Weimar, DE. 2022 - "Pulsos Vibratórios: la piel como perceptora", Conversas Barcelona, La Social Libreria,, Barcelona. ES. 2022 - "Procesos de la poetica de la vibración", E.I.D 2022 Encuentro de Investigadores Doctorales del programa EAPA. Universitat de Barcelona, ES. 2021 - " ArchID, un archive cartográfico online." Conferencia BIONICAS 1.0. Mujeres, Arte, Tecnología y Sociedad. Programa de conferencias BLA BLA. MESA 3: Archivo, cuerpo y medios. Autores*: Joana Burd. Celebrado nos dias 27-30 de dezembro 2021. Barcelona, ES. 2021 - Artist Talk. MTF Labs 2021 . Internacional | Aveiro, PT. 2020 - “Cuerpo, interacción y sensación: la estética háptica como protagonista en tiempos de pantalla táctil.” I Congreso Internacional Virtual CIVARTES: Diálogos entre las artes plásticas y visuales y otros medios artísticos en tiempos de hibridación. Celebrado nos dias 20-22 de julio de 2020, ES. 2020 –“Tactilidades conectivas de Inês Norton”. CSO Criadores Sobre outras obras. Lisboa, PT 2019 – “Corpo Vibratório quando o movimento pede pausa.” #18art Encontro Internacional de Arte e Tecnologia, FBAUL, Lisboa, PT. 2018 – “Rotações utópicas e o devir máquina”. Centro de Artes UFPEL, Pelotas, BR. 2017 – “O espelho negro nas cidades da informação”. Seminário Qual é a sua praia? Vila Flores, Porto alegre, BR. 2017 – “A eternização da memória e o ruído cotidiano: novas formas de pensar a arte digital e a angústia compartilhada.” #16art Encontro Internacional de Arte e Tecnologia, Porto, PT. 2015 - Seminário sobre a exposição “Por onde se vai”, na Câmara Municipal de Porto Alegre, BR. Workshops 2023 - "Data sonification and Living Machines" (com Joana Burd, Ned Barker, and Nikolas Gomes) 14 de Junho, Oxford Brooks University, Oxford, UK. NGFDS Software Link 2023 - "Data sonificat ion and Living Mach ines" (com Joana Burd, Ned Barker, and Nikolas Gomes) 10 de Junho, Iklectik, London, UK. 2023 - "Revealing and Sonifying Living Capsules (com Joana Burd, Ned Barker, and Nikolas Gomes) 20 de Maio, I SEA 2023 SYMBIOSIS International Symp osium of Electronic Arts, Forum de les images, Paris, FR. 2022 - Sensory Ethnography “Some Prototype Living Capsules” (com Joana Burd & Ned Barker), Bloomsbury Theatre, UCL, UK. 2022 - "Três estágios do toque: uma imersão na estética háptica."Oficina exper imental MARGS, Museu de Arte do Rio Grande do Sul , Porto Alegre, BR. 2021 - "Experimentaciones Video Artísticas y Laboratorio de Co-Creación", con los artistas Diego Marchante & Joana Burd. Etopia, Centro De Arte Y Tecnología, Zaragoza, ES. 2019 - Workshop “Video Mapping em objetos variados”, Edição II. Linha. Porto Alegre, BR. 2019 - Workshop “Video Mapping em objetos variados”, Edição I. Linha. Porto Alegre, BR. 2016 - Curso teórico prático "Produção em Exposições de Arte", integrante do projeto Escola do Acervo. Temas: produção executiva e coordenação de equipe, 1/03 a 7/04. Porto Alegre, BR. Docência 2024 - Professora na disciplina "Escultura I y II " . Facultat de Belles Arts , Universitat de Barcelona, ES. 2024 - Professora na disciplina "Audiovisual y Lab Audiovisual". Lab MediaFacultat de Belles Arts, Universitat de Barcelona, ES. 2022 - 2023 Professora na disciplina "Art Sonor" juntamente com o Prof. Dr. Josep Cerdá Ferrè e o Prof. Dr. Martí Ruiz. Facultat de Belles Arte, Universitat de Barcelona, ES. 2021 - Professora na disciplina "Art Sonor" juntamente com o Prof. Dr. Martí Ruiz. Facultat de Belles Arts, Universitat de Barcelona, ES. 2016-2019 Professora de Artes Visuais no Colégio Israelita Brasileiro, BR. 2016-2017 Professora no clube de Escultura no Colégio Israelita Brasileiro, BR. 2017 – Estágio Docente no Ensino Superior na Disciplina de Laboratório de Arte e Tecnologia. Total de Horas: 30h, 8 aulas, BR. 2012 – Estágio Docente no Ensino Básico Colégio R.B na Disciplina de Artes Visuais. Total de Horas: 60h, BR. Grupos de Investigação 2021- 2024 Pesquisadora. Cuerpos conectados II. Nuevos procesos de creación y difusion de las practicas artistas identitarias en la no-presencialidad. Centro: Departament Arts Visuals i Disseny. Universitat de Barcelona (PID2020-116999RB-I00. IP: Laura Baigorri Ballarin y Pedro Ortuño Mengual. ES. 2022 - Pesquisadora e artista colaboradora. ‘Biohybrid Bodies: a sociological framework for living with Living Machines' - funded by the Leverhulme Trust. IP: Dr. Ned Barker. Faculty of Education, UCL University College of London, UK. 2021 - Pesquisadora. Proyecto IMARTE. Investigación en procesos artísticos y nuevas tecnologías (20172019SGR1182). Centro: Departament Arts Visuals i Disseny. Universitat de Barcelona. IP: Dr. Eloi Puig. ES. 2020 - 2021 Pesquisadora. Proyecto: Cuerpos conectados, Arte y cartografias identitarias en la sociedad Transmedia (HAR2017-84915-R). Centro: Departament Arts Visuals i Disseny. Universitat de Barcelona. IP: Laura Baigorri Ballarin y Pedro Ortuño Mengual. ES. 2016- 2018. Pesquisadora. Projeto: Rede de experimentos de artes digitais: programação visual, engenharia reversa e impressão 3D. Centro: Instituto de Artes. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. IP: Alberto Ribas Marinho Semeler. BR. Outros 2022 - Organizadora do “EID 2022” Encuentro de Investigador@s Doctorales, do Programa de Doctorado Estudios Avanzados en Producciones Artísticas, Facultad de Bellas Artes, Universidad de Barcelona, ES. 2021 - Curadora da exposição de Realidade Aumentada como parte do Festival Internacional "Criatech, Aveiro Criatividade Digital & Tecnologia." Festival 11 — 16 Outubro 2021. Aveiro, PT 2019 - Júri. NIME New Interfaces for Musical Expression. [Internacional] 2018 - Participante. Projeto Atelier na Galeria, Casa Musgo, Porto Alegre, BR. 2017 - Júri/Parecerista. "Exposição dos trabalhos finais da disciplina de Projeto IV" Inovação Social, no Curso de Design da ESPM Sul, Porto Alegre, 28 de Novembro de 2017. Prof. Dra. Liliane Basso, BR. 2014 – Participante. “Encontro de Gestores – Projeto Cadernos de Gestão com apoio do edital Processos Culturais Colaborativos FAC/RS”, no Atelier Subterrânea, Porto Alegre, BR. 2014 – Participante. Encontro Circuito Montagem, TransLab, na Casa Duplan 15/07, Porto Alegre, BR. Projetos colaborativos 2022 - "Tactame" Instalação - Coletivo DelMig: Blanca Somoza, Helena Gali, Ignasi Àvila Padró, Joana Burd, Mario Salinero, Neus Martinez Farran e Sara Jansen . Gramado, Rio Grande do Sul, BR. 2022 - “10 desertos de erros", projeto contemplado pelo programa Rumos do Itaú cultural. artista responsável Leo Caobelli. 2020-21 - Earth Pulse Art Installation project - com Darya Efrat e João Dias-Oliveira. Aveiro Criatech Artist Residences. PT. 2019 - Desenvolvimento da instalação “Porn Oasis” com o artista Leo Caobelli. BR 2019 - Projeção mapeada e fotoperformance “corpObra” com a artista Charlene Bicalho em sua residência na PPP Península Motorhome. BR 2019 - Desenvolvimento do projeto “Dizem que o Brasil está polarizado” com escritora e psicanalista Laura Pujol. BR 2018 - Vídeo e Projeção Mapeada “Corpo Vibratório” com a bailarina e performer Paula FinnBR 2018 - Vídeo “Buraco” com a fotógrafa Carina Rocha de Macedo. BR 2016 - Instalação “A Fugitiva” com o artista e professor Alberto Semeler. BR 2016 - Co-autoria, produção e montagem da exposição “Vontade de Execução” junto ao artista Cadu Peixoto. BR 2015 - Video-Instalação “para PerroLibre “com os artistas Cadu Peixoto, Cacau Weimer, Gabriela Stragliotto e Priscila Kisiolar. 2014 - Instalação “Tagarelas” em colaboração com o escritor Dieter Axt. BR 2013 - Idealização e criação do “Acervo Independente” com Cadu Peixoto, Cacau Weimer, Fernanda Medeiros, Priscila Kisiolar, Manoela Furtado e Zeh Poeta. BR Línguas English Português Castellano Català Acervos Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, BR. Centro Municipal de Cultura Ordovás, Caxias do Sul, BR 2010 - present 2010 - present

  • Modo Silencioso | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Modo Silencioso, 2019 Instação sonora Audio sorround 5.1 - aprox. 8 min Modo silencioso é um convite a pausa, a escutar com a pele, com o corpo. Um ambiente imersivo no qual o público é convidado a sentar em um banco acústico cercado por alto-falantes. A narrativa que percorre os alto-falantes, é baseada em textos sobre improvisação de Walter Smetak, em que a voz dos artistas gravados lentamente é transcodificada em padrões de vibração de smartphones. É possível sentir a instalação através da escuta coclear (auditiva) e óssea (tátil). Apesar do título do trabalho incitar silêncio, presenciamos uma paisagem de ruídos em áudio surround 5.1. 1/1 Para o sistema de sonorização da instalação é criado um ambiente de imersão sonora, configurando a espacialização de áudio surround ambisonic. A distribuição sonora se dá nos três eixos (altura, largura e profundidade), a partir de seis canais de áudio individuais, criando uma zona de imersão sensorial e perceptiva para quem estiver na instalação. Além dos cinco canais de distribuição espacial do som, há também um sexto canal de áudio dedicado à escuta ósseo corpórea, usando uma caixa de som do tipo subwoofer, localizada dentro do banco de madeira ao centro do espaço. É criado um canal de low frequency effect (efeito de baixa frequência), que transmite impacto, pressão e peso, conduzindo sensações extra auditivas e ósseo sensoriais. Na transcodificação do som é utilizado um vocoder (instrumento virtual). A voz é transformada em um vibracall , a partir do sampleamento do toque de celular. O uso desse sample torna-se o carrier (timbre) do formante da voz, de forma que a declamação do poema parece ser feita pelo aparelho. 1/1 Criação e direção Joana Burd Desenho de som Nikolas Gomes Ferranddis Intérpretes Bruno Fernandes e Bê Smidt Captura e edição de imagens Carina Macedo ----------------------------------------------------------- Textos lidos pelos intérpretes Walter Smetak. O enxerto do Takaká e outros textos. Editora: Edufba, 2019. Edição: 1ª. ISBN: 978-85-232-1832-4. A risada sem riso O riso sem risada A risada chorada A risada da ignorancia A risada substituindo a fala A risada substituindo a resposta A resposta substituindo a risada Como artistas transformamos “o silêncio” em imagens e sons. Imagens e sons transformam o artista em silêncios. O silêncio é a grande fonte da causa única. Se não tivesse os rumores o silêncio seria muito chato. Os rumores são a fiel reprodução dos silêncios. Estamos perdendo a percepção dos silêncios. Criamos máquinas muito mais sensíveis que nossos sentidos humanos. Então; colocamos “silenciosos” nas máquinas para que elas não perturbem nosso silêncio. Porque as máquinas também têm a sua vida própria: o barulho. Já a máquina “humana” é mais silenciosa, não percebe seu ruído interior. Nesse mundo digital temos novas possibilidades de fala e novos formatos de silêncio.

  • Tactame | Coletivo del Mig | joanaburd

    Bone Whisper Vibration Eavesdropper Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Tactame, 2021-2022 Coletivo DEL MIG: Blanca Somoza, Helena Gali, Ignasi Padró, Joana Burd Mario Salinero, Neus Martinez Farran e Sara Jansen. Atua desde Barcelona, ES. Vivemos em um mundo hiperconectado. Em um contexto em que a tecnologia está em constante contato com o nosso corpo. Nossas mãos tornam-se ferramentas e através delas tocamos em telas iluminadas, comunicamos, amamos e criamos conexões. Dedos que apontam, mas que também buscam o contato e a interação. Em um jogo de luzes, as artistas apresentam mais de 500 mãos desenhadas virtualmente e impressas com manufatura aditiva. Em diferentes cenas observamos uma multiplicação de sombras, que por vezes podem criam um momento de paisa e sensibilizar o nosso olhar. Sobre o projeto Tactame: Este projeto (Tacta'm) é uma intervenção na rua que também foi adaptada como instalação indoor. Uma reflexão que parte da perda do contato humano em decorrência da pandemia. Uma tentativa de estimular a curiosidade através do contato. O objetivo final é colocar sensores de forma a incentivar essa interação entre a mão e os transeuntes na cidade. 1/1

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