Resultados da busca
39 resultados encontrados com uma busca vazia
- Voz de Dentro | joanaburd
Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Voz de Dentro, 2018 Cadeira, alto falantes, fita de led, microfone programação em Arduino, PureData e P5. Dimensões variáveis. Voz de Dentro é um convite à sentir e escutar com o corpo/pele através de uma cadeira sinestésica. As tecnologias inseridas transcodificam o som captado pelo microfone e o transmitem até a cadeira. Para ampliar o aspecto vibratório, foram retirados os cones dos alto-falantes e inseridos entre o input (microfone) e output (cadeira) um amplificador e um Arduino. Além destes, o trabalho conta com um computador que ativa o software PureData, fazendo com que o som fique mais lento e grave. Logo, os agudos são eliminados e com eles qualquer reconhecimento das palavras que estão sendo ditas. Colaboradores: André Diestel, Felipe Merker Castellani, Camila Brum, Ilana Bonder e Matheus Schiaffino. Interação: forme uma dupla. Enquanto uma pessoa fala no microfone, a outra senta na cadeira transparente para sentir suas vibrações. 1/1
- Modo Silencioso | joanaburd
Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Modo Silencioso, 2019 Instação sonora Audio sorround 5.1 - aprox. 8 min Modo silencioso é um convite a pausa, a escutar com a pele, com o corpo. Um ambiente imersivo no qual o público é convidado a sentar em um banco acústico cercado por alto-falantes. A narrativa que percorre os alto-falantes, é baseada em textos sobre improvisação de Walter Smetak, em que a voz dos artistas gravados lentamente é transcodificada em padrões de vibração de smartphones. É possível sentir a instalação através da escuta coclear (auditiva) e óssea (tátil). Apesar do título do trabalho incitar silêncio, presenciamos uma paisagem de ruídos em áudio surround 5.1. 1/1 Para o sistema de sonorização da instalação é criado um ambiente de imersão sonora, configurando a espacialização de áudio surround ambisonic. A distribuição sonora se dá nos três eixos (altura, largura e profundidade), a partir de seis canais de áudio individuais, criando uma zona de imersão sensorial e perceptiva para quem estiver na instalação. Além dos cinco canais de distribuição espacial do som, há também um sexto canal de áudio dedicado à escuta ósseo corpórea, usando uma caixa de som do tipo subwoofer, localizada dentro do banco de madeira ao centro do espaço. É criado um canal de low frequency effect (efeito de baixa frequência), que transmite impacto, pressão e peso, conduzindo sensações extra auditivas e ósseo sensoriais. Na transcodificação do som é utilizado um vocoder (instrumento virtual). A voz é transformada em um vibracall , a partir do sampleamento do toque de celular. O uso desse sample torna-se o carrier (timbre) do formante da voz, de forma que a declamação do poema parece ser feita pelo aparelho. 1/1 Criação e direção Joana Burd Desenho de som Nikolas Gomes Ferranddis Intérpretes Bruno Fernandes e Bê Smidt Captura e edição de imagens Carina Macedo ----------------------------------------------------------- Textos lidos pelos intérpretes Walter Smetak. O enxerto do Takaká e outros textos. Editora: Edufba, 2019. Edição: 1ª. ISBN: 978-85-232-1832-4. A risada sem riso O riso sem risada A risada chorada A risada da ignorancia A risada substituindo a fala A risada substituindo a resposta A resposta substituindo a risada Como artistas transformamos “o silêncio” em imagens e sons. Imagens e sons transformam o artista em silêncios. O silêncio é a grande fonte da causa única. Se não tivesse os rumores o silêncio seria muito chato. Os rumores são a fiel reprodução dos silêncios. Estamos perdendo a percepção dos silêncios. Criamos máquinas muito mais sensíveis que nossos sentidos humanos. Então; colocamos “silenciosos” nas máquinas para que elas não perturbem nosso silêncio. Porque as máquinas também têm a sua vida própria: o barulho. Já a máquina “humana” é mais silenciosa, não percebe seu ruído interior. Nesse mundo digital temos novas possibilidades de fala e novos formatos de silêncio.
- Nó na garganta | joanaburd
Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Nó na garganta, 2019 Projeção mapeada sobre esculturas de arame, papel e gesso. Arduino com sensor de presença, 2 alto-falantes 4ohms 15w. Dimensões variáveis. "Nó na garganta" é um coletivo de esculturas que reagem visualmente e sonoramente a presença do público. Em uma representação à entidades virtuais e através de um sensor de presença as esculturas contabilizam a presença do público reagindo com expressões humanóides (olhares) e disparos sonoros. 1/1 Por que as assistentes virtuais têm uma female voice? A partir da segunda década do século XXI, as assistentes de voz mais conhecidas são virtualmente funcionais e possuem uma voz feminina. Cortana (Microsoft), Alexa (Amazon) e Siri (Apple) são algoritmos criados principalmente por equipes masculinas. Suas vozes submissas, sedutoras, úteis e disponíveis respondem ao nosso sinal sonoro e, assim, levantam-se questões em termos de gênero, como o lugar das mulheres em sua objetificação virtual como prestadora de serviços.
- Solitude Lullaby | joanaburd
Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Solitude Lullaby, 2022 colab Terra Form para o projeto Slow Wave Ao longo dos 40 dias de residência artística SBCAST em Santa Barbara, Califórnia, uma peça experimental de 7 minutos foi criada em conjunto com o artista Terra Form para o projeto Slow Wave . Para vivenciar a peça, senta-se na cadeira Slow Wave, coloca-se os fones de ouvido e uma venda aos olhos. A peça é dividida em três capítulos, com títulos apresentados na voz de uma robô (autômata): 00:00 / 07:34 Capítulo I Escuta profunda da fazenda No início da jornada são reproduzidos simultaneamente, na cadeira e nos fones, diferentes padrões vibracionais gravados com um cuenco grave. O som foi espacializado de forma binaural, ao se afastar ou se aproximar, para a esquerda ou para a direita, o movimento é acompanhado à tecnologia da cadeira ativando a pele e a coluna vertebral. Ou seja, com estratégias de volume e distância um espaço imersivo e onírico é criado. Como uma introdução aos capítulos seguintes, aqui um certo relaxamento pode suceder, Capítulo II Escavação tátil no meu cérebro O meio deste seguimento consiste em um repertório criado com mais de 15 texturas entre pequenas gravações e poesia falada, em que as palavras são indecifráveis. Um passeio dentro do nosso cérebro em uma mistura de partículas de elementos sonoros, grãos e substâncias inexistentes. Entre confusões, falsos ruídos da natureza e do mar, a curiosidade é estimulada através dos sons e vibrações que são oferecidos. Capítulo III Canção de ninar da solidão A parte final que dá título à obra fala de afeto, de carinho e de silêncio. As gravações das duas artistas cantando são uma recepção sem palavras a um ensaio intimista. Uma aproximação entre o mecanismo corpo-mulher-mecanismo e o corpo-cadeira-máquina é vista na forma como um sustenta o outro nesta composição. Entre pausas para respirar e um longo silêncio, um canto de dor e amor reverbera dentro da imersão como se todos que a escutam estivessem conectados a uma grande estrutura arquitetônica. * Apoiadores: Alan Macy, Dr. North, Ryan McCullough, Terra Form, SBCAST, AGAUR-Catalunya, Universitat de Barcelona. 1/1
- Massageador de Angústia | joanaburd
Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Massageador de angústia, 2016 Objeto interativo 2 motores DC, 3 push-buttons, fonte 9V. 180 x 47 x 47 cm O interator /usuário é convidado a se acoplar ao objeto, podendo optar por diferentes sensações através dos botões: “Digerir” (vibrações intensas), “Amenizar” (vibrações leves) e “Esquecer” (vibrações médias). Além dos botões, a peça conta com um regulador de altura e um adesivo vinílico preto colocado no espaço onde devem ser posicionados os pés para fruição sensorial. 1/1
- Porn Oasis | joanaburd
Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Joana Burd e Leo Caobelli Porn Oasis, 2019 Monitor e imagens recuperadas de HD's. 60 x 70 x 60 cm A partir de imagens pornográficas coletadas em HD's ou memórias externas descartadas, eu e o artista Leo Caobelli montamos este objeto com um vídeo oculto e pixelado. 1/1
- Outros objetos e experimentos | joanaburd
Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Vírus, 2016 Mouse e agulhas 16 x 7 x 5 cm Carteira, 2016 Circuito interno de teclado, fita transparente e cédula de um real. 20 x 8 Teleprompter, 2017 Projetor e tela de vidro dual screen 240 x 140 cm Alberto Semeler e Joana Burd A fugitiva, 2016 Tecno-Instalação Televisão HD, Arduino, RaspberryPi e sensor ultrassônico. “A fugitiva” foi um experimento idealizado em conjunto com o artista e professor Alberto Semeler, em que o movimento do observador é o condutor do devir da imagem. Quanto mais próximo da tela o observador se coloca, mais a imagem foge reduzindo-se a apenas um pixel. Cadu Peixoto e Joana Burd Tomada de Consciência, 2016 Espelho de tomada, caixa de madeira, fio de tubo para conexão, régua de aço escovado. 43 x 38 cm To.ma.da 1 Ato ou efeito de tomar. 2 Conquista. 4 Eletr Dispositivo próprio para se captar eletricidade de uma rede. 5 Pequena represa de água para fim industrial. 6 Tip A porção de linhas que de cada vez se tomam na mão para distribuí-las na caixa, ou se tiram de um lado para outro para paginar etc. T. de contas: ato pelo qual a autoridade administrativa exige a prestação de contas do exator, coletor, tesoureiro ou do guarda de valores, ao término da respectiva gestão. * Esse trabalho fez parte da exposição "Vontade de Execução" em 2016 criada coletivamente com o artista Cadu Peixoto selecionada via Edital da Prefeitura de Porto Alegre, na ocupação da Galeria Iberê Camargo, Usina do Gasômetro, Brasil. Cadu Peixoto e Joana Burd Garoupa, 2016 Adesivo vinil fosco e folha de ouro. 140 x 300 cm Peixe mais abundante da costa brasileira, também conhecida como merelaço, piracuca ou galinha-do-mar. Atingem tamanhos enormes, até 3 metros e mais de 300 quilogramas de peso. Carne branca, saborosa possui cores brilhantes e habita oceanos tropicais vivendo próximas as pedras, pois é inteligente e se esconde de possíveis ameaças humanas. Predadora ativa é hermafrodita, no início da maturação sexual são fêmeas e, mais tarde, convertem-se em machos. Animal escolhido, da ampla fauna brasileira, para o verso da nota de 100,00 (cem) reais. * Esse trabalho fez parte da exposição "Vontade de Execução" em 2016 criada coletivamente com o artista Cadu Peixoto selecionada via Edital da Prefeitura de Porto Alegre, na ocupação da Galeria Iberê Camargo, Usina do Gasômetro, Brasil.
- Dizem que o Brasil Está polarizado | joanaburd
Força i Pell Living Capsules Solitude Lullaby Formigário Sonoro A Virtual A Sonora A Carinhosa As_automatas.web File.img.mp3 Earth Pulse Anthozoa Digitalis Modo Silencioso 2.0 Cuerpo Modo Silencioso Para onde vão as bolhas Teclas Massageador de Angústia A caixa Atucanation Lugar de tarifa Tagarelas Outros objetos e experimentos Outros vídeos Joana Burd and Laura Pujol Dizem que o Brasil está polarizado, 2019 Monitor de cristal líquido, notebook, programação em javascript, teclado sem fio, objetos-lupa impresos com filtros polarizadores. 160 x 120 x 150 cm "Dizem que o Brasil está polarizado” é uma instalação interativa composta por um monitor hackeado, um notebook, um teclado sem fio e objetos-lupa impressos. A obra convida o público a teclar em um software de texto criado por nós, e a manipular os objetos-lupa que desvendam a imagem do monitor. Além de propor a interação com a escrita, é através da lupa que descobre-se a imagem-espelho da tela - uma webcam posicionada em frente àquele que escreve. Nesta traquitana tecnológica concebida pela artistas Joana Burd e Laura Pujol, a imagem é revelada como um duplo espelho - o público é refletido e escreve reflexões ao mesmo tempo. A obra foi concebida especialmente para a exposição Registro n.3 da Casa Baka, consistindo também em um dispositivo analisador de uma suposta ou evidente polaridade do Brasil. 1/1 1/1