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2015

 

Rato Nutritivo

Vídeo digital 2'24''

 

Cafuné

Notebook intel, tecido peluciado, mouse de computador, cabelo sintético, programação copyright Schneide 2008 processing.    

120 x 50 x 50 cm

*código arduino e processing

Nesta peça um computador antigo é coberto por pêlos e reprogramado. Ao oferecer o controle ao ativador do trabalho, o movimento é protagonista. Da superfície plana é possível mexer o mouse com seus cabelos sintéticos gerando diferentes padrões na tela. Cafuné tem como foco a interação, onde também é possível escolher os padrões e cores através de um sensor peludo em forma retangular. Mais do que trazer um trabalho interativo as trocas táteis questionam nossa intimidade e proximidade com as máquinas contemporâneas.

 

Tentativa de Separação

Vídeo 1'20"

Acervo da Artista

Entrar Espaço Casa Mudança Controle Fim

(Todos) Tecla de computador, folha datilografada

e isopor

24 x 24 cm

Acervo Privado

 

Os trabalhos de definição datilografada das teclas surgiu na pesquisa seguinte aos trabalhos "Quatro Ilhas" e "Berço". Em molduras vermelhas são colocados os objetos-tecla resignificando sua tradução ao português.

 

2014

 

Para onde vão as bolhas

Vídeo-instalação

Loop 2'

Caixa de madeira, máquina de bolhas de sabão, monitor LCD 19 polegadas

48 x 42 x 36 cm

Em investigações sobre a presença no espaço-tempo do vídeo, suas possibilidades de uma imagem em movimento e simultaneamente uma fórmula de componentes elétricos que geram pixels, essa instalação foi desenhada. Se o vídeo já é por si só uma matéria real e física, foram trazidos elementos do plano imagético para o tridimensional, interativo e vivencial. "Para onde vão as bolhas" é uma video-instalação, onde me coloco de perfil dentro de uma caixa fazendo bolhas de sabão. Acoplada a caixa está uma máquina que produz bolhas de sabão espalhando-as para o espaço real.

Jogo do sério

Video-instalação

1'38''

Caixa de madeira mdf, tinta acrílica, visor samsung.

7 x 19 x 33 cm

 

Jogo do Sério é uma proposta silenciosa. Convida-se a parar por um pouco mais de um minuto e assistir a estes olhares anônimos extremamente expressivos através de uma abertura retangular de mesma dimensão que o vídeo.

As tagarelas 

Instalação

5 Celulares obsoletos, 5 estetoscópios, 5 mp3's, 5 caixas de madeira reciclada, acrílico fosco, tinta acrílica preta. 

14 x 17 x 27 cm (cada)

 

I – Texto: Dieter Axt

Narração: Milton Burd - 39”

II– Texto:  Dieter Axt

Narração: Felipe Gonçalves e Priscila Kisiolar- 1’39”

III – Texto: Dieter Axt

Narração: Luana Santana - 1’26”

IV -  Texto: Joana Burd

Narração: Laura Pujol - 1’45”

V- Texto:  Dieter Axt

Narração: Joana Burd - 4’09”

Texto - I
00:00 / 00:00
Texto - IV
00:00 / 00:00
Texto - II
00:00 / 00:00
Texto - V
00:00 / 00:00
Texto - III
00:00 / 00:00

2013

 

Berço 

Teclas de computador, arame, vergalhão, cola cascorez e silicone.

63 x 83 x 49 cm

 

“O berço parece sugerir uma nova antropomorfia. Concebendo a máquina na própria estrutura do homem, o advento pós humano - embora um tanto apocalíptico - serve como leitura para entrender nosso lugar na contemporaneidade: dizem que a matéria carnal faz-se obsoleta diante da inteligência tecnológica. Obsoleto ainda é o material tecnológico, rapidamente descartável e de curta duração. Diante do trabalho de Joana, cabe a nós não reforçar o dualismo entre máquina e homem, mas investigar sua lógica: se o corpo não dá conta do avanço artificial, que uso fazemos destas ferramentas?”

 

Texto de Pollyana Quintella em Homo Cibernecticus. Publicado em IV Bienal da Escola de Belas Artes/UFRJ: territórios, 2013. página 36-37.

 

Quatro Ilhas

Escultura eletrônica

Membranas placas de teclado de computadores, fios, arduino, placas de acrílico, canos de plástico.

120 x 80 x 12 cm

7 kg

*código arduino

“ O trabalho “Quatro Ilhas” é uma desconstrução e uma reconstrução simultânea de doze teclados de computador. Cabe destacar, o uso estrutural de apenas a parte interna funcional de tal objeto, suas membranas plásticas, conhecidas como matrizes de informação e seus chips de transmissão, chamados de microprocessadores”.“O processo de organizar um mapa físico com aparência virtual partiu da territorialidade imaginária, uma discussão pertinente na Era onde as fronteiras geopolíticas estão constantemente tumultuadas por uma descontrolada conectividade social. Mapeando polêmicas sob aspectos de espaço, tempo e identidade, o trabalho resgata a memória de funcionais correntes de informação. A proposta de um novo mapa, longe de uma comparação realista, pois se tal fosse, seria representada por uma mancha cinza devido as infinitas e mutáveis redes de conexão. Uma reconfiguração possível, devido a um cons- tante nomadismo de aparatos de comunicação.”